2.8.19

Voltar aqui ao blog e ter uma sensação reconfortante de "voltar a mim" fez-me pensar que se calhar daqui a 10 anos vou gostar de fazer a mesma coisa e ler a pessoa que sou hoje.
Um dos melhores conselhos self-help que já recebi para a vida foi: "Find what feels good". Eu acrescentaria "...afterwards".
E este sítio feels really good. 

16.4.10

from the past (op.II - Pink Satin Dress)

she wore pink because she thought it would make her feel more feminine.
But alone, outside the fancy restaurant after a two hour wait and a bottle of empty Chianti, she just felt lonely, rainy and drunk.

From the past. (op.I - Life as planned)

He never dreamt of being a great cook. He just imagined how nice it could be, having a family gathered around the wooden table, talking rubbish while waiting for the oven to go "Ringgg"

Reflections on a Weekday lunch



[Reflexões sobre poster da Marilyn Monroe, Serralves, cr, 16.Abr.2010]

Para os mais distraídos: a piada da foto é que a boca da Marylin M. no poster parece mesmo o meu olho (com direito a íris e tudo). Resolvi explicar, não fossem vocês não dar por ela...

15.4.10

Aos 29 anos, 5 meses e 1 dia, o meu superego (lisboeta) despótico concluiu que tenho sido desde sempre demasiado complacente com a minha tendência geral para distrações, esquecimentos, precipitações e tropeções e que está na altura de mudar. O pior é que até o meu alter-ego "live life easy" portuense se viu forçado a concordar...

Porto sentido

sabem quando têm a cabeça cheia de coisas e sentem uma necessidade terapêutica de escrever qualquer coisa mas está tudo tão desordenado que não conseguem reunir informação coerente para formar uma frase, quanto mais um pequeno texto? Sabem? Pois, é assim que eu estou. Esta cidade deixa-me exausta de tanto input emocional que gera em mim. Mas não me posso queixar. Nem mesmo com as duas quase-tendinites que tenho nos pulsos de fazer quilómetros com a b. a "pinchar" no meu colo e a fugir "da minha beira" nos poucos momentos em que me atrevo a pousá-la no chão.

Uma coisa é certa. O Porto puxa pelo meu lado casual e alternativo como Lisboa puxa pelo meu lado certinho e by the book. Se calhar por isso é que me sinto tão bem aqui... o meu inner self não gosta de ser contrariado. :)

Reflexões

[Life in cd mode and vinyl mood, cr, 14.Abr.10]

11.4.10

the beach is my spa.

Bacolite

s.f. Inflamação da alma, temporária ou crónica, que provoca um interesse repentino e violento pelo mundo da enologia. A sintomatologia pode variar de pessoa para pessoa, podendo apresentar formas mais agressivas em pessoas com situações prévias de perturbações do foro gastronómico ou outras.  Entre os sintomas mais frequentes destaca-se a procura compulsiva de informação e conhecimento sobre vinho (nomeadamente através de compra de revistas da especialidade, pesquisa de sites e adesão a grupos sobre o tema no Facebook) e um aumento de cross-buying de alimentos específicos, como queijos, foie gras, pão, azeitonas e anchovas em lata.
O bacolítico poderá ainda ser observado a inalar intensamente alimentos, bebidas, flores, árvores, entre outros. Apesar de socialmente vexatório, este comportamento é transitório e deverá ser desvalorizado.

7.4.10

Ao longo da minha vida

quantas das coisas com que me preocupei chegaram mesmo a acontecer?
e quantos dos planos que fiz se realizaram? quantas das premissas em que assentavam esses planos são hoje sequer válidas? Existem tão-pouco?

Dei por mim ontem a pensar nisto, enquanto corria 9km junto ao Tejo* e reflectia sobre o cliché do "viver o presente"...

*um final de dia deslumbrante, cheio de sol e espelhos de água no rio.

6.4.10

(Des)Amores de infância

Também eu não gostava de Mozart. Dos 11 aos 17 anos, como convém a qualquer adolescente que se preze. E nem sequer era um "não gostar" passivo, uma espécie de indiferença. Não, eu era convicta e activamente contra a música dele e enchia-me de fôlego para proclamar a quem quisesse ouvir (e a quem não quisesse também!) todos os devidos insultos. Comercial, superficial, imaturo, monótono...a lista seguia ao sabor da capacidade da minha caixa toráxica. Quando estava em boa foma, os insultos prolongavam-se mais, o que me deixava uma sensação final de satisfação e dever cumprido. No final dos impropérios, com um segundo fôlego - normalmente já perante o olhar esgazeado de choque e incredulidade do ouvinte - ainda acrescentava que a única coisa realmente decente que ele tinha feito a vida toda era o Requiem e que mesmo isso não era na totalidade criação sua, o que mais uma vez provava o meu ponto.

Entretanto passou-me, reconciliei-me com o "génio" e ainda criei uma teoria (não formalizada nem devidamente patenteada) sobre o assunto. Quando decidir se eu própria acredito nela, talvez vos tente vendê-la a vocês. Até lá, vou reflectindo sobre o assunto...

Amores de infância

«Ame-se, odeie-se. Mas não se finja não perceber que o homem era mesmo um génio. Um óbvio ET do piano.»

Glenn Gould não era apenas um pianista. nem apenas um pianista talentoso. nem apenas um pianista talentoso e bem sucedido. Glenn Gould era a personificação do anti-convencional. um enfant-térrible inato, sem necessidade de justificações freudianas sobre experiências de infância sublimadas ou reprimidas para o seu original comportamento. Ele era assim. Ponto.

Glenn Gould era um solitário, que amava as salas de gravação quase tanto quanto odiava (ou passou a odiar a certo ponto) as salas de concertos «at live concerts I feel demeaned, like a vaudevillian», viciado em vallium e em telefonemas longos de madrugada, capaz de aparecer vestido dos pés à cabeça com luvas, gorro, cachecol e sobretudo num quente dia de Verão, autor de auto-entrevistas tão esquizofrénicas quanto divertidas, com títulos como "Admit It, Mr. Gould, You do have doubts about Beethoven" e com hábitos tão invulgares (e dolorosos) como o de colocar as mãos em água a ferver antes de cada actuação, com o intuito de manter os dedos quentes.

Mas Gould era também um revolucionário, um homem que reinventou a música de Bach e reeducou os ouvidos do mundo à sua sonoridade e interpretações. Ele não se limitou a ousar tocar prelúdios de Bach em quasi staccato, a fazer uma 2ª gravação de uma fuga em 1/3 do tempo da 1ª (de 4 minutos e 17 segundos para 1 minuto e 47 segundos) e a cantar melodias, murmurar e gemer durante as gravações. Ele fez mais. Tornou tudo isso numa imagem de marca (todos os direitos reservados®) e elevou-se ao título de mito.

Ou, nas palavras do New Yorker, ao de "Marlon Brando of the piano".

O primeiro sítio onde quero ir em NY? Aqui, claro!

starting countdown

Only 2 days left for my 25 (!!) days break! I feel like i'm 12 again, june, last day of school, saying goodbye to friends, making plans and resolutions for September.

summer dreams (V)

[A minha praia, cr, Nov.2008]

summer dreams (IV)

Vou procurar conchas na areia até ter 85 anos e me doerem as costas do reumático quando me baixar para as apanhar

summer dreams (III)

Vou-me levantar sempre cedo para ganhar o respeito dos vendedores da lota e ter sempre escolhido para mim o peixe melhor.

summer dreams (II)

Vou beber batidos de fruta, cafés bem fortes feitos na minha velha Moka e vinho branco e comer peixe grelhado, muitas batatas e salada sem inventar (alface, tomate e cebola, muito azeite e pouco sal).

summer dreams

Quando for grande vou ter uma casa na praia. Com soalho de madeira pintado de branco (sim, em Portugal é quase crime capital pintar um chão de madeira de branco, but i'll take my chances), paredes brancas, móveis brancos, tudo branco. Para reflectir a luz imensa que vai entrar pelas janelas e para que não hajam cores inúteis a distrai-me da paisagem, da areia e do mar.

3.4.10

A minha páscoa não teve amêndoas, ovos ou chocolates. Mas arrumei um folar inteirinho, torrado, com manteiga por cima e litros de chá a acompanhar. Gosto de dizer que a b. comeu um bocadinho, para não parecer tão...mmmm... comilona. Na verdade, alarve i think would be the right word :)

2.4.10

[Up for It, July 2002, Keith Jarrett, Gary Peacock, John DeJohnette]

Os vinis voltaram tanto à moda, de repente, que agora comprar CD's é que é verdadeiramente vintage! :)

[This light that holds so many colors, A Mãe, Rodrigo Leão]

Uma "banda-sonora" perfeita para um random-driving de sexta-feira santa.

31.3.10

All that heart thing is just a myth. Love, you feel in your stomach and sadness in your throat.
Turns out the heart - non physiologically speaking - is mainly a misconception.

29.3.10

[Hotel Room, Edward Hopper]

28.3.10

new york, new york!

estão! 202 (101+101) coisas para fazer este mês!
Agora é fazer a mala e começar a fazer check!
Abril tem tudo para ser o melhor mês deste ano. 2 dias de trabalho, 7 no Porto (que saudades...), 9 em NY e os restantes de praia e pura dondoquice!  Se vier algum mês melhor depois disso, então 2010 já vai ter valido a pena!


[New York, New York - Theme song, 1977, Liza Minelli]

milk

[Milk, 2008, Gus Van Sant]


nice...

se pudesse escolher um talento...

Seria uma boa contadora de histórias.

27.3.10

Época Balnear

Hoje comecei a minha época balnear. Com merenda e tudo! Morangos, uma maçã crocante e sumarenta e uma mini-bôla numa praia "escondida" que eu adoro. Duas horas deitadinha ao sol, a encher-me de moral e UVA/UVB's. Sem toalha, só eu e a areia quentinha e o mar, barulhento como eu gosto.

Amanhã faço um bis. Mas com uvas brancas, queijo de cabra, pão caseiro e jogging matinal. Praia com comida boa é uma combinação perfeita. São boas per se, mas juntas são melhores.

E já que falamos de praia, há uma questão que me persegue há que tempos e que nunca partilhei com ninguém porque sempre achei que devia ser uma coisa bem óbvia e que ia descobrir a resposta sem ter que pedir ajuda, mas como a questão permanece e hoje me voltei a lembrar dela, cá vai: porque é que quase todas as praias ficam cheias de canas de bambu (ou outras canas ocas semelhantes) durante a maré vazia? Já pensaram nisso? É que se olharem à volta, na maior parte dos sítios a vegetação circundante não tem quaisquer canas; no mar também não me parece que cresçam canas e, no entanto, as canas pululam em quase todas as nossas praias. As crianças agradecem e com as canas fazem casas improvisadas e tendas de índios e outras brincadeiras que só o tédio saudável de uma praia permite, mas a mim só me deixam uma grande grande curiosidade.

Ao som de Frank Sinatra...

Estou a organizar as minhas fotos no Picasa com a nova funcionalidade (fantástica!) que reconhece as caras das pessoas e as agrupa por data, mostrando, no folder de cada pessoa, a parte da fotografia em que ela aparece. Dá uma panorâmica muito interessante (e deprimente, para alguns) da evolução de cada pessoa ao longo dos anos.
Dêem uma espreitadela. De certeza que vão gostar. Parto, claro, do princípio que todos usam o Picasa! Se não usam, é mudar JÁ!

[Somewhere over the rainbow from The Wizard of Oz, Judy Garland]

Fiquei com vontade de passar um fim-de-semana sentada num sofá com uma manta quentinha e pipocas com açucar a ver filmes antigos.
Mas ainda não é desta. Hoje fiquei-me por este.

18.3.10

contraria tudo o que as nossas mães e avós e a sabedoria popular nos ensinaram a vida toda, mas nada sabe melhor do que comer laranjas à noite.

17.3.10

Looking for something?

[Placard de anúncios junto à Universidade, Bologna, cr, Out.2005]


16.3.10

pronto, vou voltar para o meu catálogo do IKEA para vos poupar a todos - e a mim! - mais uma logorreia como a do outro dia, com 11 post numa só noite, a bater todos os records de conversa solitária com o meu pc.

Traduttore traditore





[Dipartamento di Italianistica, cr, Bologna, Out.2005]



É sempre bom redescobrir uma coisa que se gosta de fazer. Mesmo que ainda não se faça muito bem.

dreaming of NYC

a uma semana da partida dos meus pais adoptivos.

today's special

iogurte natural com papaia, banana e um fio de mel de urze e torradas com manteiga e geleia.
Ambos em repeat.

Goodbye Winter



[Floresta com chuva, pai A., 2005]
Chegada do S. Jorge, de uma sessão de cinema de animação, género que já suspeitava e agora confirmo que gosto muito, com regalias de convidada (meaning all films for free, iupi!) e com a sensação de ter voltado aos tempos de faculdade, quando entretia as minhas tardes e noites em programinhas culturais variados, quase sempre sozinha (no mobile back then e um amorzinho à solidão reminiscência de pancas adolescentes). Foi muito bom, os filmes eram porreirissimos, com estilos muito variados (sempre engraçado ver como a criatividade pode tomar as mais diversas formas), pessoas diferentes, o que também é bom quando se passam dias a ver toda a gente vestida quase de igual e tem que se ir ao Chiado à procura de freaks que não têm medo de quebrar os protocolos da moda actual. De singularidades, encontrar um rapaz igual ao miúdo do Morte em Veneza do Visconti - igual igual, mesmo naquele ar ingénuo e vagamente abstraído, sentado numa esplanada à espera que um qualquer homem numa crise existencial apareça e se apaixone doentiamente por ele. No final, passagem pela Barata, a babar-me sobre demasiadas revistas que não tenho dinheiro para comprar nem tempo para ler e finalizar o dia com o catálogo do ikea nas mãos, para a frente e para trás de forma obsessiva, que isto da decoração é um tema bem mais problemático do que eu o tinha imaginado e escolher uma cama tem que se lhe diga.
Um bom resto de semana para todos, agora que o sol decidiu voltar para nós e eu descobri com alegria, como descubro todas as Primaveras e me volto a esquecer todos os Outonos, que a minha vida com sol e flores a despontar é bem mais bonita!

dois bons sites

para quem gosta de música ao vivo. E no pc.

15.3.10

What is this thing called Love...


[Whisper Not, Live in Paris, 1999]

2.3.10

Viseu


[Women sort through fruit and vegetables at a market in Viseu, Portugal, Hans Georg Roth, ca. 1985-1995]

Assim eram os sábados de manhã da minha vida em Viseu.
Percebe-se o desconhecimento da data certa da fotografia. É que entre 1985 e 1995, do que eu me lembro, aquilo foi sempre assim. Imutável. As mesmas roupas, os mesmos legumes de aspecto imperfeito, mas com um sabor e um aroma a que só damos valor quando deixamos de o sentir, a mesma confusão de pregões e freguesas, os sacos de pano ou de verga trazidos de casa, as mesmas taças metálicas enferrujadas para pesar as coisas - tudo meio a olho; com sorte e se as vendedoras estavam com pressa, ainda se conseguia levar mais umas couves extra pelo mesmo preço.
Às vezes pergunto-me que memórias estará a b. a criar e que memórias gostaria que permanecessem sempre com ela...

1.3.10

sou mais feliz quando...

me levanto bem cedo, trabalho concentrada e intensamente durante todo o dia com poucas distrações, consigo riscar um montão de coisas da minha ToDo list num só dia e chego a casa e ainda tenho energia para fazer mais um montão de coisas. E vou para a cama com a tranquilizante sensação de dever cumprido... No fundo eu sei que há uma workaholic presa dentro de mim, mas tenho medo de a deixar sair.

gosto disto

"Uma das coisas chatas do “amadurecimento” é correr-se o risco de descobrir o que é prioritário na vida duma pessoa - descobrir a sua “natureza” - no exacto momento em que se percebe que já passou a oportunidade. Take me, for instance. Grande parte do meu tempo foi investida (e grande parte do reconhecimento que recebo tem a ver com isso) em actividades públicas-políticas. Mas aquilo que mais mexe comigo é o que se poderia chamar domesticidade. Sou do tipo homemaker - ou, melhor, há um homemaker escondido em mim (!), porque o resto também me dá prazer. Gosto de construir família, de conjugalidade, de cuidar de crianças, de cozinhar para outros, etc. Mas, até certo ponto, now it’s too late. Toda a gente vive estas pequenas “tragédias” (bota aspas nisso, por respeito às verdadeiras tragédias). Mas seria óptimo se tivessemos, como cultura, uma pedagogia de chamar a atenção das pessoas, desde cedo, para a importância de se descobrirem, não naquele sentido “grandioso”, “espiritual”, mas neste - comezinho, quotidiano, de estilo de vida."

[in Os tempos que correm, Miguel Vale de Almeida]

28.2.10

the xx





Devo ser um dos últimos exemplares vivos dos quase extintos "compradores de cd's", mas a minha conduta exemplar no que toca a pirataria digital é mais preguiça, ansiedade e amor à estética da coisa do que qualquer tipo de moral.

Mas o ponto é que o cd é realmente muito muito bom e duvido que nos próximos tempos se ouça qualquer outra coisa no meu carro. Bom, talvez B Fachada, por grande insistência da b., que consegue ser ainda mais obsessiva do que eu a ouvir músicas em repeat!

27.2.10

(Men)orca

Maiorca foi o sítio onde Chopin acabou de compôr os seus 24 prelúdios, na companhia de George Sand, a sua companheira de sempre. Daí surge o nome do espectáculo, adequado à intenção de comemorar o 200º aniversário do nascimento do compositor, com Pedro Burmester a interpretar ao vivo (e bem!) os 24 prelúdios. Também a fase tumultuosa da relação entre Chopin e Sand na altura da permanência em Maiorca serve para explicar a atmosfera da dança, cheia de uma carga sexual intensa, ora assumida, ora latente e de uma agressividade aberta e perturbadora.

Mas, apesar de tudo, o espectáculo não me convenceu. Houve poucos momentos que me tocassem esteticamente (a dança de simetrias do final e o próprio final em si foram as excepções que salvaram a hora e meia de espectáculo) e algumas tentativas de tentar quebrar as barreiras formais de relação com o público, com retalhos de conversas soltas e outras experiências a sair do registo normal de um espectáculo de dança, a soarem forçadas e deslocadas. E, tendo querido criar várias histórias para os vários prelúdios, parece-me que acabou por se perder e não conseguir criar um fio de ligação coerente entre elas, nem entre o espectáculo em si e Chopin, aquele que deveria ter sido a inspiração central da peça. Nada daquilo me apelava a Chopin, a não ser por análises intrincadas sobre a ligação entre o romantismo e o sofrimento e a doença do compositor, a agressividade e a virilidade e a rebeldia de George Sand e a relação conturbada entre os dois. Tudo muito racional. Mas emoção que passasse para mim, enquanto público, muito pouca. E é pena. Porque, apesar dos 50% de desconto de desempregado (don't ask! :) soube a pouco. Muito pouco.

24.2.10

city blues


[Vida numa Natureza Morta , cr, Agosto.2009]

sinto falta da natureza, dar mergulhos no mar frio e deitar-me na terra sem ter medo de sujar a roupa, apanhar fruta das árvores e apanhar conchinhas na praia, andar de bicicleta muito tempo sem ver um carro e dar passeios à noite sem cruzar um mar de semáforos. Estou com uma depressão urbana. Pensei que a expressão era inédita, mas há mais 454 entradas no google, pelo que acho que anda para aí mais gente com o mesmo problema que eu...

22.2.10

yesterday's indulgences

uma chávena de chá branco e um quadrado de chocolate preto.

17.2.10

Da pensare su...

Le qualità della volontà:

1. Energia - Dinamismo - Intensità
2. Dominio - Controllo - Disciplina
3. Concentrazione - Convergenza - Attenzione - Focalizzazione
4. Determinazione - Decizione - Risolutezza - Prontezza
5. Perseveranza - Supportazione - Pazienza
6. Iniziativa - Coraggio - Audacia
7. Organizzazione - Integrazione - Sintesi

[L'atto di volontà, Roberto Assagioli]

O regresso a um grande livro.

4.2.10

voltei à vida...

devolveram-me o gTalk!

2.2.10


[Ryuichi Sakamoto, Jaques Morelenbaum, and Yuichiro Gotoh, Banda Sonoro do filme "Babel"]

Sempre que ouço esta música fico um nozinho no estômago e o meu coração começa a bater com mais força. Hoje estou a ter as mesmas sensações, mas desconfio que desta vez possa estar mais relacionado com o brinde de colesterol do cachorro quente do ikea e da embalagem de maltesers que comi ao almoço.

1.2.10

the late night foodie diaries

feijão papo-de-rola salteado num refogado de cebola roxa, alho, azeite e chilies frescos, ligeiramente desfeito e comido sobre uma fatia de pão de nozes e passas, torrado e ainda quentinho.
E, por fim, o toque final que, como todos os bons toques finais, faz a diferença entre um prato banal e um prato especial: umas gotas de limão al gusto ma non troppo, para quebrar a bacidez típica do feijão e fazer sobressair o sabor do conjunto. Perfetto!

E com esta me vou!

Há dias assim.

Eu continuava, juro que continuava... mais umas horinhas, neste ramerrão de posts inconsequentes. Mas já escrevi tanto que até me sinto mal de continuar... Devia ter decidido ir ler um livrinho, fazer um bolo ou comprar uma televisão quando, em vez disso, num misto de rotina e impulso, decidi ligar os pcs.

PLACEBO


[Follow the cops back home, Placebo]

Foi roubado, confesso. Mas a verdade é que adoro esta música...

"mamã, verde!"

nunca mais vou ter que me preocupar com distracções pontuais nos semáforos. Descobri que a rapidez da b. a mandar-me arrancar é maior do que a rapidez dos apressadinhos de trás a carregar na buzina.
Tenho mesmo que pôr a render os talentos desta miúda! :)
a avaliar pelo ataque de loquacidade que estou a ter, acho que já não estava habituada a estar em casa tão cedo, sozinha (b. dorme) e sem nada de importante para fazer... É o que dá ter passado, inesperadamente, a ser membro emancipado de uma família numerosa!

conclusões la palissianas

a minha casa continuará fria enquanto eu insistir em manter as janelas abertas.

3ª lei de Newton on a daily use

A minha preferência no que toca à aplicação prática e desmistificada na vida corrente das leis da física é a Lei da Inércia. Já falei dela aqui e seria sempre uma forte candidata a integrar - devidamente dissecada e embelezada por literatos desocupados - qualquer livro de auto-ajuda dos nossos tempos. Mas nos últimos dias, por várias circunstâncias particulares da vida - todas as circunstâncias são particulares, passo portanto a redundância - tenho-me lembrado bastante da 3ª lei de Newton. De que, na relação física como na relação emocional entre dois corpos (corpos em sentido lato, bem entendido) é este binómio acção-reacção que determina quase tudo.

para tranquilizar quem acha que ando a fumar demais

com a literatura delinquente e a música de inspiração heroinómana que eu consumi avida e persistentemente em tenra idade, dêem graças a Deus não ter acabado toxicodependente... :)
quantas vezes é preciso ouvirmos um cd em repeat para que as músicas comecem a soar espontaneamente nos nossos ouvidos mesmo antes de adormecermos, como as peças de um tetris da nossa infância, numa cadência obsessiva quanto relaxante, rodadas e encaixadas pela nossa mente entorpecida, naquele ecrã de memórias a preto e amarelo?

ilusões de perspectiva


[A mão que segura a pá, Serralves, ln, Nov.2008]

Como resposta à reclamação do menino m. que, como qualquer bom engenheiro, adora estas coisas: as ilusões de perspectiva e, claro, a própria pá! :)
e, de repente, mais do que nunca, o mundo parece-me todo tão fotografável...

26.1.10

Porto


[Pormenor de uma estante. Livraria Lello, Porto, cr, Abr.2005]

Ai, as saudades...
Starting countdown: 10 days to go!

25.1.10

les petits plaisirs du goût

Doce de capucho com amêndoas laminadas.

A acção por repetição

MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING-MUST-STOP-SMOKING.

24.1.10

a sonhar com casas vitorianas com lareira no quarto. Lareira no quarto é mesmo daquelas coisas que é de certeza muito melhor em teoria do que na prática, mas a ideia de estar deitada na cama a ler um livro e a olhar para as labaredas e os troncos incandescentes, num dia frio de inverno, não deixa de ser irresistível...

a dim sum week

Hoje tive o meu terceiro convite para dim sum da semana! Como diz a sabedoria popular, às três é de vez! Este não vou falhar. Ainda mais sendo aqui!
Mal sabiam as miúdas, enquanto comiam o seu arroz com feijão com pauzinhos, que o treino vinha mesmo a calhar!

23.1.10

a mothering mode saturday...

When you have a clear sky, you don't have to think too hard! Beach with kids. You just can't go wrong!
Rolling and jumping in the dunes, playing and tunnel hand-digging by the sea, somersaults and lots of running, happy families with dogs, laying on the sand, bright sky, messy sea, beautiful sights, watching the bycicles and planning to rent one, one of these days... how i miss bycicle riding... sigh... girls covered in sand, soaked clothes... nothing that a nice warm shower won't solve.
Drive back. Nice soundtrack, girls singing and b. deeply asleep in the backseat;
In the end, eating rice and beans with chopsticks, forgetting my camera at home - ahhh... so many nice pics i could have taken... - and putting everyone to bed before 10pm was honestly the hardest part. :) The rest, the glimpse of how it might be, being a mother of 3, that wasn't so bad!

uma feliz descoberta


[B Fachada]

As músicas são todas lindas, mas algumas verdadeiramente viciantes, como a Cantiga de Amigo, A velha Europa, Tempo para cantar, Estar à espera ou procurar ou a Só te falta seres mulher.
Em repeat no cd do carro, que ainda não tive tempo de passar para o meu inseparável iPod.

A provar que a vida está cheia de surpresas escondidas, à espera de serem encontradas...

19.1.10

8.1.10

Ano novo, vida nova


[TimeOut Lisboa, 1ª capa de 2010]

Numa mudança de ano e de década, os cartazes electrónicos da TimeOut Lx espalhados pela cidade não me deixam esquecer a máxima que tantas vezes é somente a ilusão de algumas semanas de bom comportamento, mas que às vezes é tão real como o ano que acabou de começar.

Um feliz 2010 a todos e, para aqueles em que 2010 é realmente sinónimo de uma vida nova, que essa vida seja cheia de boas surpresas!

30.12.09

to be read while listening to the song



books are a powerful thing when it comes to memories. they grow old with us and bring out times we thought we'd never see again...they help us to remember the person we once were and to acknowledge the person we've become. there's the book read by the fireplace on a cold winter night, with the snow falling outside, there's the book stolen in the bookshop in the crazy teenage years, there's the book we started reading so many times, every single time loving it deeply, but that for some reason we never finished, there's the book with the special inscription, there's the book we were so thrilled about that we convinced most of our friends to read it as well and there's the book we can't figure out how it ended up on our bookshelf, there's the book given by a special friend and the book given by a special love and the book read by everyone that we just bought to confirm the thought that it was just plain crap. And of course, there's the book we never returned and that, after so many years, we just decided it was ours.

books are a powerful thing, did i say? they are indeed.

27.12.09

The end of an era.


[Contentores num porto industrial, fonte: google images]

14.12.09

in the mood for...

clássicos. Clássicos reconfortantes e acolhedores, singing in the rain, raindrops keep falling on my head, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Louis Amstrong, filmes com mais de 30 anos, ballet e meninas em tutus, músicas de Natal, Fellini, canja de galinha e pratos de bacalhau, bolo rei e natal em família; amigos de quem gostamos muito, jogos de tabuleiro, missa do galo, ler na cama antes de ir dormir e galão e torrada ao pequeno-almoço. Maçãs, laranjas e pêras e nada de frutas exóticas de cores vivas e formas enigmáticas, Greatest Hits dos Queen em hora de expediente (porque será que me dá sempre para ouvir Queen no época natalícia?), fins-de-tarde no Chiado, iluminada pelas luzes de natal da Rua Garrett, passando pela Igreja dos Mártires (linda de comover, só por si razão suficiente para a conversão de qualquer um!)...

Bom, you got the picture. I'm just in a classic mood.

[Foto vencedora da categoria Arte e Espectáculo do World Press Photo, 2005, Asa Sjostrom]

Adoro, adoro, ADORO esta foto. Para além disso, vem mesmo a calhar. Este blog precisava urgentemente de algo bonito para tirar do ecrã a imagem daquela máquina horrorosa que eu guiei. Ainda tentei pô-la a preto e branco, para dar um ar mais discreto, mas não adiantou muito. Agora, com uma imagem mais bonita, pode ser que haja condições para voltar a postar com a frequência desejada.

3.12.09

com licença...

vou-me retirar. Até terça!

2.12.09

"A room without books is like a body without soul"
[Cicero (106 BC - 43 BC)]

Agora que penso nisso, não há realmente nenhuma divisão da minha casa que não tenha livros. E isso inclui a despensa. Cá em casa pode faltar organização, arrumação e outras coisas boas acabadas em -ão, mas lá alma tem. De sobra! :)

25.11.09

hoje conduzi este bicho.



em tamanho real!*
Esta pode ir claramente para a lista de coisas que eu vou usar no futuro para impressionar a b. quando ela achar que eu sou uma cota seca que nunca teve uma vida interessante! :)

* para terem uma ideia das proporções, os pneus são mais altos que eu! :)
hoje no caminho para o trabalho, invulgarmente cedo, vi o mais fantástico nascer do sol. Amarelo fogo, um amarelo luminoso e forte, e grande, espalhado por uma zona de céu imensa, a fazer-me lembrar algumas aguarelas do Turner e a fazer-me lembrar também que não há altura do dia para mim mais incrível do que o amanhecer...


[The fighting temeraire, 1839, J.William Turner]

19.11.09

4 dias, 4 filmes


[My blueberry nights (2007), Kar Wai Wong]

I'm in a movies mood, i guess...

18.11.09

Equilíbrio


[Man on wire (2008), James Marsh]

Wishes for my 30th year of life. Ah, sim, e ver o filme também.

17.11.09

Ah

Estou sem palavras! Vou ver se amanhã já consigo dizer alguma coisa.


[Va, vis et deviens, 2005, Radu Mihaileanu]

15.11.09

Davvero bello!


[Caos Calmo, 2008, Antonello Grimaldi]

O cinema italiano actual é como o teatro. Há tantas probabilidades de irmos ver uma coisa medíocre que às vezes temos medo de arriscar.
Mas desta vez não houve qualquer desilusão. Nem mesmo na música! (É sabido que um bom realizador italiano brinda sempre os filmes com pelo menos uma música para lá de foleira!) O filme é bonito e fala de um tema sensível sem nunca cair na tentação do sentimentalismo nem resvalar para o outro extremo e ser frio demais e o Nanni Moretti - que consegue fazer tanto os papéis mais sedutores, como os mais palhaços e patéticos - está um charme, no seu papel de pai dedicado.

Este é o senhor que se segue. Os devidos agradecimentos pelas sugestões cinematográficas on the spot do mr.canhoto.

14.11.09

It's mine.


[Assim vale a pena fazer anos, cr, 14.Nov.2009]

Desculpem a emoção, mas eu só acabei de receber a melhor prenda de todo o sempre.
A fotografia faz parte de uma reportagem chamada Gangland sobre a violência no Rio de Janeiro e que foi publicada na The New Yorker. Vale bem a pena ir conhecer o site do fotógrafo (João Pina) e do sítio aonde a minha linda mana e cunhadinho compraram a foto LINDA!!!!!

Há gente com sorte, digo-vos. Ou então mereço mesmo! :))

Como diria alguém: "oh yeah, baby!" :)
Este poema já é um repetente neste blog, mas como o que é bom nunca é demais, aqui o deixo novamente. É de um poeta russo de que eu gosto muito, o Yevgeny Yevtushenko, e vem hoje bem a propósito, sendo a data do meu 29º aniversário.

A knock on the door

Who's there?
I'm old age,
I've come to see you.
Later!
I'm busy.
I've got things to do!
I wrote.
Telephoned.
Demolished a fried egg.

Then i opened the door,
but found no one there.
Maybe friends
were pulling my leg?
Or perhaps
I hadn't heard the name right.

It wasn't old age, but maturity,
had called.
It couldn't wait,
sighed,
and departed.

Y.Y

10.11.09

a ouvir a intervalos regulares a música do "The last Emperor", do min 3:02 ao min 3:57.
Manipulação sentimental, é o que eu chamo a este tipo de passagens. E devia ser punido por lei. :)

[Somewhere in Galicia, cr, Ago.2009]

8.11.09

2

há exactamente 2 anos atrás eu era uma pessoa muito babada e feliz. Hoje, dois anos passados, e de uma forma diferente, também o sou.

A b. foi a melhor das anfitriãs, brindou toda a gente com os seus melhores sorrisos e simpatia e beijinhos e abraços, ligou a todas as prendas como se cada uma fosse a prenda mais linda que já lhe tinham dado, conseguiu não chorar quando toda a gente cantou os parabéns e ainda presenteou o seu lindo bolo de côco com um fio de baba que ficou eternizado por uma foto muito oportuna e cómica. Parabéns filhota linda!

Moto.Tronic

In a Sakamoto mood.

"Forbidden colours", "Before Long", "Lost Child", "Little Buddha", among others...

7.11.09

photographing photographs - #2

Uma salpicadela de cor, neste blog que tem andado tão cinzento ultimamente...


[The Friendship book,cr,19.Out.2009]

5.11.09

a menina das duas sombras


[A menina das duas sombras, cr, Verão.2009]
O mundo é bipolar. isso explica tanta coisa...

Ciclo John Wayne - take 1


[John Wayne (1907-1979), American motion-picture Actor who embodied the image of the strong, taciturn cowboy or soldier and who in many ways personified the idealized American values of his era]

"I stick to simple themes. Love. Hate. No nuances. I stay away from psychoanalyst's couch scenes. Couches are good for one thing"

I'm sorry. Have we met before?

3.11.09

grey days


[Grey Days, autor desconhecido]

Odeio esta mudança da hora, sair do trabalho de noite, começar a ficar com frio o tempo todo. Odeio a falta de energia que me invade nesta altura do ano e a sensação de que - mais do que no resto do ano - os dias passam por mim a correr. E odeio que esta vaga depressão me dê vontade de consumir - como explicava no ano passado, acho que isso pode ser uma explicação para a loucura roedora que invade as pessoas no Natal. Até a altura do Natal - ainda que agora o comece a olhar de outra forma, uma mais bonita e fundamental - me deprime vagamente. A única coisa que me alegra nestes dias é pensar que a b. vai fazer mais um aninho - bom, isso lembra-me de como me parece que este ano passou num flash e a sensação tão materna de saber que ela nunca mais vai ser como é agora, que nunca mais vai repetir as coisas encantadoras que faz agora e isso também me dá uma angustiazinha - mas como dizia, apesar de tudo, isso deixa-me feliz, vê-la crescer tão bem. E o meu próprio aniversário - que este curiosamente ainda não me deprime mesmo nada, a um passinho dos 30.

Nós

hoje andamos a passear pela islândia, a ouvir e suspirar com músicas lindas como "Beggar's prayer", "Hold Heart", "Bleeder",...
Bom, vamos ouvir e suspirar mais um bocadinho. Até já.


[Emiliana Torrini]

2.11.09

Yo y el mio ipod...


... fumos a Barcelona. Volvemos mañana.

28.10.09

tenho uma dependência. mas não quero ser ajudada! :)

isto de dizer uma coisa e depois me contradizer no post seguinte tem alguma piada! E no fundo não é mais do que o que o que eu faço o tempo todo na minha vida. :)

(vocês já provaram maltesers white? É que é mesmo muito muito bom! E o senhor que enche a máquina da comida lá do sítio - o meu dealer, não só já se apercebeu desta minha afinidade com o produto, como faz questão de me tentar de uma forma quase obscena. Ontem tirou quase todos os outros chocolates e encheu a máquina de maltesers white. Agora digam-me? Isto faz-se?
A ganância do comerciante é uma coisa muito feia!)